24 de março de 2012

CONTA-GOTAS...Notícias


Galerias cheias na festa de 90 anos do PCdoB
Políticos marcaram presença na festa - que homenageou comunistas
de Uberaba e apresentou o livro Lucília - Rosa Vermelha,
que conta a história da comunista mais conhecida da cidade
(Fotos: Divulgação)

FESTA VERMELHA
Festa de 90 anos do PC do B – realizada no plenário da Câmara de Uberaba, foi pra matar de inveja muita gente, seja pela qualidade do evento, seja pela representatividade política e popular. Isso mesmo! As galerias ficaram repletas de povo. Não bastasse isso, políticos importantes no processo eleitoral 2012 marcaram presença, entre eles, os pré-candidatos a prefeito do PT, deputado estadual Adelmo Carneiro Leão, e do PMDB, deputado federal Paulo Piau. Além do presidente da Câmara, Luiz Dutra (PDT), e do vereador Lourival dos Santos, do PCdoB. No comando de tudo, a jovem presidente municipal da legenda, Sumayra Oliveira.

Rodrigo Mateus - sempre lembrado
(Foto: radiojm730)
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“Hoje é dia de reuniões políticas com meu pré-candidato a prefeito pelo PMDB, Rodrigo Mateus...e depois almoçar com a minha mãe”.
Prefeito Anderson Adauto – Comentário feito na sua  página do Facebook por volta de 11h de 24 de março, sábado
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A URGÊNCIA
Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande – Cohagra, teve que dispensar licitação pra fazer uma compra de urgência: impressos para inscrições no Programa Minha Casa, Minha Vida II. Venceu a Gráfica Eldorado.
O DEVER DE CASA --- A urgência na compra de um documento tão simples e óbvio demonstra que o governo municipal (leia-se Cohagra) não está fazendo o dever de casa no que se refere a levantamentos sobre defasagem de moradias em Uberaba.
A DEMANDA --- Só pra lembrar, dia 15 de março a Câmara Municipal chegou a realizar uma audiência pública – solicitada pelo vereador José Severino (PT), justamente pra debater os critérios de seleção para inscrição do Programa Minha Casa, Minha Vida. Motivo: as filas quilométricas formadas na porta da Cohagra por pessoas interessadas em realizar o sonho da casa própria.

VISITA OFICIAL
Novo arcebispo de Uberaba, dom Paulo Mendes Peixoto – nomeado pelo Papa Bento XVI dia 7 de março, faz sua primeira visita oficial, dia 26 de março, segunda-feira, à arquidiocese que vai comandar. A passagem por Uberaba inclui uma entrevista coletiva à imprensa, além de café da manhã com a comunidade católica – religiosos e leigos, e visitas à Cúria Metroplitana, à Catedral e ao Seminário de Teologia São José . Ele permanece das 8h30 às 17h na cidade. Dom Paulo toma posse dia 1º  de maio, às 10h.
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“(...) Cada vez mais tenho a certeza de que Uberaba tem duas boas opções para assumir a Prefeitura - o deputado estadual Adelmo Carneiro Leão e o deputado federal Paulo Piau. É realmente um absurdo o que o PMDB de Uberaba está fazendo com o Paulo Piau - um homem público de excelência, ficando à mercê de interesses financeiros pessoais.
Enquanto isso, o PT se mostra unificado para eleger Adelmo, com apoio de Lula e Dilma, no curso do fatos políticos de Uberlândia e região. Certíssimos! 
O PMDB realmente perdeu o bonde da história. E a conta é cara para aqueles que perdem o tempo e o curso dos acontecimentos”.

Sumayra Oliveira – Desabafo da presidente do PCdoB, que integra a base aliada do prefeito de Uberaba, que, por sinal, é do PMDB e tem seu próprio pré-candidato, Rodrigo Mateus


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Sebastião Severino

POLÍTICAS E POLÍTICOS
Encontro de Políticas Públicas promovido pelo PT de Uberaba, neste dia 24 de março, sábado, com a presença do ex-ministro Patrus Ananias, deixou os petistas animadérrimos.
O ex-presidente da legenda e atual coordenador do Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor - Procon/Uberaba, Sebastião Severino, por exemplo, não cabe em si de tanta esperança.
OLHO GRANDE --- Saiu do evento com a certeza de que, “pela primeira vez, o Triângulo poderá ter vários prefeitos petistas, entre eles, Uberaba, Uberlândia, Sacramento e Araxá”. Sebastião Severino diz que, cada vez tem mais certeza, "de que Adelmo Carneiro Leão será o prefeito a partir de 2013".


NA UTI
Nada menos do que 17 médicos – inclusive de urgência e emergência, acabam de deixar o serviço público municipal de Uberaba. Por um tempo, a situação parecia estar entrando nos eixos, visto que, além de se inscreverem, os médicos estavam comparecendo aos processos seletivos, e muitos até tomaram posse nos cargos.
SOB EMERGÊNCIA --- Na edição de 15 de dezembro Conta-Gotas anunciava que o governo municipal havia baixado decreto de emergência – de número 3.831, justificando que foram abertos processos seletivos, mas que as vagas não foram preenchidas. De acordo com o decreto, a saúde municipal de Uberaba precisava de 77 médicos para atender às urgências e emergências do serviço público municipal.

NA CEI
Devidamente publicada e oficializada, a Comissão Especial de Investigação instalada pela Câmara Municipal para apurar denúncias de irregularidades na Saúde de Uberaba – CEI da Saúde, provoca expectativas.
ATRAÇÃO FATAL ---Todo mundo curioso pra saber os primeiros passos dos membros da comissão: José Severino Rosa (PT) – aliado do governo municipal e presidente; João Gilberto Ripposati (PSDB) – da oposição, autor do requerimento e vice-presidente; Itamar Ribeiro de Resende (DEM) – da oposição e relator, o cargo mais importante de uma CEI;  Marcelo Machado Borges (DEM), da oposição e 1º suplente; Carlos Alberto de Godoy (PTB) - 2º suplente.
PRAZOS --- A CEI da Saúde até 90 dias para apresentação do relatório ao plenário, podendo o prazo ser prorrogado pelo presidente da Câmara, Luiz Dutra (PDT) uma única vez, a não ser que o plenário vote por mais tempo.

SAUDOSISMO
Heli Andrade - O sonho não acabou
(Foto: Diário de Araxá)
Sempre que se fala em mudanças na Polícia Civil de Uberaba vem à tona o nome do eterno detetive Heli Geraldo Andrade - hoje, delegado regional da Polícia Civil de Araxá. Na edição de 11 de fevereiro Conta-Gotas lembrava que ele seria o tira mais feliz do mundo se pudesse se aposentar em Uberaba. “Ex-vereador, investigador faro-fino e dono de um currículo de resultados invejáveis em Uberaba, ele não teve força política pra ser Regional na cidade. Mas, o sonho não acabou” – afirmou a coluna.
AÇÃO --- Neste dia 23 de março, sexta-feira, o governador Antonio Anastasia (PSDB) anunciou mudanças na Polícia Civil, com impacto em Uberaba. Além do novo chefe da PC de Minas Gerais , Cylton Brandão da Matta, ter sido delegado regional de Uberaba entre 2006 e 2007, a nova chefe-adjunta é justamente a delegada-geral Maria de Lurdes Camilli, a atual chefe do Departamento de Polícia Civil de Uberaba.

Dilma Roussef e Maria de Lurdes - Tietagem no Facebook
GÊNERO FEMININO --- A foto ao lado está exposta no mural da nova chefe-adjunta da PC mineira, Maria de Lurdes Camilli, na sua página do Facebook. Foi tirada dia 3 de maio de 2010, quando Dilma Rousseff - que já era pré-candidata a ser presidente do Brasil, acompanhou a então primeira-dama, Marisa Letícia, a Uberaba, para a inauguração da 76ª Expozebu. Na oportunidade, a Associação de Mulheres Rurais de Uberaba – Amur, promoveu um encontro histórico entre as lideranças femininas de Uberaba com Dilma e Marisa.

...E NOS BASTIDORES
Falando em mulheres líderes, a presidente do DEM de Uberaba, Eclair Gonçalves, não desiste do sonho de ter o engenheiro e empresário Luiz Guaritá Neto como candidato a prefeito do partido. Sonho, por sinal, que ela já confessou a esta colunista, e até chegou a dizer que a candidatura “é favas contadas”. Guaritá administrou Uberaba de 1993 a 1996, e se tornou “sonho de consumo” da oposição nestas eleições de 2012.

Tiago Abravanel - Contando e cantando a vida de Tim Maia
(Foto: Divulgação)

PRA COLOCAR NA AGENDA
Promotora de turismo cultural, Divaina Borges, tem se desdobrado pra dar conta de tantas reservas de uberabenses que querem assistir o Musical Tim Maia Vale Tudo, em São Paulo, dia 6 de maio, no Teatro Procópio Ferreira. O “rei” do espetáculo, Tiago Abravanel, está sendo aplaudido de pé ao final de cada apresentação. Informações e reserva com Divaina – Turismo Cultural. Telefones: 8872-9686 (OI) e 9236-4383 (Tim). E-mail: divaina@uol.com.br


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Depoimento de Maria Rita
CURIOSIDADE HISTÓRICA

O Arquivo Público e a escrava Maria Rita
(Uma história de resistência)
Prestes a realizar um grande sonho – o da casa própria, o Arquivo Público de Uberaba escreve sua própria história enquanto incentiva, preserva e divulga a história da cidade e da região.
Não tem outra saída...
Todos os passeios pela história de Uberaba deságuam na porta do Arquivo.
É ali que os historiadores, os estudantes, os curiosos, os jornalistas, enfim, conseguem as informações que norteiam seus objetivos...
No caso aqui, da coluna Conta-Gotas, o objetivo é unicamente deliciar seus leitores com as histórias maravilhosas – alegres ou tristes, dramáticas ou cômicas, que Uberaba tem pra contar.
Há várias semanas um nome tem povoado os pensamentos desta colunista: Maria Rita. Percorri muitos caminhos para trazer esta história até vocês, leitores de Conta-Gotas, e, especialmente, de Curiosidade Histórica.
Todos – vejam só!, culminaram no Arquivo Público de Uberaba
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TRABALHO DE MESTRE
Escreveu a mestre em Educação, Marise Soares Diniz, pesquisadora do Arquivo Público, em transcrição documental publicada na revista Cadernos de Pesquisa, no primeiro semestre de 2010:
Auto do Corpo de Delito
_No acervo do Arquivo Público de Uberaba, há aproximadamente 152 pro­cessos criminais envolvendo escravos.
Pelo teor desses documentos, comprova-se que os embates entre cativos, na busca por sua liberdade, e senhores foram constantes.
Ao longo da escravidão sempre houve enfren­tamentos e a partir deles consolidaram-se as mudanças relacionadas ao processo da escravidão que resultou na abolição.
A transcrição trata nada menos do que do “Auto de corpo de delicto da escrava Maria Rita, propriedade do Barão da Ponte Alta”.
Mais do que isso, trata do processo criminal que a escrava moveu contra o seu senhor, em 1886, época ainda marcada pela dominação do homem pelo homem, escravidão, violência e resistência.

ORIENTAÇÃO
Afirma Marise Soares Diniz:
_ As análises sobre questões ligadas à escravidão podem ser feitas a partir dos processos criminais que envolviam senhores e escravos e pelos documentos do Cartório Criminal (Poder Judiciário) pertencentes ao acervo do Arquivo Público de Uberaba, datados de 1837 a 1888.
Os embates entre dominantes e cativos foram violentos, desde a captura na África, passando pelos maus-tratos nos locais de vendas e nas senzalas, até os castigos, aplicados diante de outros escravos, servindo como exemplo.
O processo criminal da escrava Maria Rita contra o seu senhor, Barão da Ponte Alta, foi transcrito e está à disposição para pesquisa.
Em 1886, ao fugir, a escrava Maria Rita, procurou primeiramente, um padre que se dispôs – sem se comprometer – a escrever uma carta para o Barão.
A carta foi entregue, porém não causou nenhum efeito. Depois foi até o delegado de polícia.
Maria Rita, ao tentar escapar, demonstrava claramente não aceitar a condição de cativa e provava sua resistência e luta pela sua liberdade.

O TAMANHO DA PELEJA
De acordo com os redatores do blog do Arquivo:
_O ofício contém 47 páginas manuscritas, frente e verso e os autos iniciam-se em fevereiro de 1886 e arrastam-se até outubro, passando por inúmeras análises de diferentes autoridades, as quais foram capazes de aguardar até a convalescença de um escravo depoente para dar andamento ao processo.

O PODER
A autora da extensa transcrição conta que o processo relata “os acontecimentos que envolvem Maria Rita e Antônio Elói Casimiro, o Barão da Ponte Alta”. E que as testemunhas foram os demais escravos do plantel do Barão.
Diz ela:
_O proprietário da escrava, envolvido com a política local, era um dos homens que faziam as leis, tinha por costume castigar seus escravos, quando julgava incorre­tas algumas de suas ações. Certa vez, condenou um deles a 800 açoites e a carregar, por 2 anos, um ferro no pescoço, de duas libras de peso, pelo crime de esfaquear o administrador da fazenda.
Ainda sobre o barão:
_ Foi eleito alferes da Guarda Nacio­nal, em 1832. Em 1858, foi conferida a ele a patente de Tenente Coronel e, em 1865, a de Coronel Comandante Supe­rior. Recebeu voluntários e recrutas para a Guerra do Paraguai, foi vereador da Câmara Municipal, de 1848 a 1857, de­putado por Minas, em 1859, e eleito Juiz de Paz da Paróquia de Uberaba para o quadriênio de 1865 a 1868. Morreu em 1903.
Sobre a legislação da época:
A legislação “já apontava a regulamentação contra os maus-tratos, como a Constituição de 1824, que em seu art. 179, inciso XIX rezava que “desde já ficam abolidos os açoites, a tortura, a marca de ferro quente, e todas as mais penas cruéis”.

O RESUMO DA PELEJA
Maria Rita, 30 anos de idade, mãe solteira, cozinheira, fugiu da casa do barão, e, de imediato, procurou aquele que, provavelmente, imaginava que fosse representante de Deus e pudesse resolver sua situação: o cônego Santos, vigário da Freguesia.
Contou que há três meses tinha sido extremamente castigada pelo barão, com açoites e acorrentamento, e diante da ameaça de novo castigo, decidiu fugir.
O aluno especial do Mestrado em História da UFU – Universidade Federal de Uberlândia, Júlio César de Souza, reflete e questiona no trabalho Cotidiano Escravo nas Entrelinhas dos Processos Criminais de Uberaba (1871-1888):
_Observamos que a escrava refugiou-se com a Igreja, instituição que ela
acreditava poder tentar resolver seus problemas. Nesse caso Maria Rita usa do poder da
"fé", pedindo auxílio a quem acreditava poder lhe ajudar, o vigário local: Cônego
Santos.
Esse acontecimento pode nos incitar a refletir um pouco sobre a situação desse
período na cidade. O caso protagonizado por Maria Rita e pelo Barão de Ponte Alta
terminou com a absolvição do proprietário.
Desse modo a escrava voltou para os trabalhos domésticos sob a tutela do seu senhor. Qual a proteção que Maria Rita esperava encontrar com o clero local?
E desabafa o autor do trabalho de História:
_Maria Rita, escrava, mulher negra, mãe, que fugiu da propriedade do seu senhor
com o filho nos braços  (...) trazendo na fuga uma gama de sentimentos, um verdadeiro misto de ódio, rancor, amor, esperança e desejo de liberdade.
Se foram esses os sentimentos vivenciados por essa mulher, nós realmente não sabemos. O que sabemos é que o seu grito de revolta foi ouvido por nós, e agora continua ainda a ser ouvido...

(As consequências)
O cônego enviou uma carta ao barão, e ficou tudo por isso mesmo. Maria Rita, insistente no desejo de se livrar dos maus-tratos, foi então, à Subdelegacia de Polícia de Uberaba. Ao subdelegado Mizael Luis Cruvinel, ela oficializou a queixa de maus-tratos no dia 22 de fevereiro de 1886. Imediatamente ele determinou que se fizesse o auto do corpo de delito.
Vale destacar um comentário assinado pelo subdelegado:
_ Apresentando-se nesta subdelegacia uma mulher de cor preta que diz ser escrava, trazendo um ferro ao pescoço e uma cor­rente aos pés com signos de sevicia, man­do que se proceda ao corpo de delicto a três horas da tarde, na caza da Câmara Municipal, tendo intimado como peritos os senhores Doutor José Joaquim de Oli­veira Teixeira e Doutor Tomaz Pimentel, e o promotor Público da Comarca; O que cumpra-se, sendo esta autoada.
Certo é, que o processo foi em frente. O barão foi chamado para ser ouvido, assim como testemunhas – todos escravos do acusado.

A CONCLUSÃO
_De vista ao Dr. Promotor Público
Aos 7 de outubro de 1886 nesta cidade de Uberaba
faço estes autos com vista ao
Dr. Joaquim José Saraiva Júnior Promo­tor Público.
Eu Joaquim José de Oliveira Penna, escrivão o escrevi.
_Conclusão
Em vista da declaração que fizeram os peritos que
procederam o auto de corpo de delicto, declaração
requerida por esta promotoria a fim de esclarecer o
mesmo corpo de delicto, e na qual dizem os pe­ritos
que as offensas feitas à escrava Ma­ria Rita são simples
escoriações, entendo não haver base para procedimento
da justiça e requer por isso que sejam estes autos arquivados.
Uberaba, 7 de outubro de 1886.
O Promotor Público
Saraiva Júnior

_ Aos 11 de outubro de 1886, nesta cidades de
Uberaba, faço estes autos concluir, ao juiz municipal
Doutor Egydio de Assis Andrade.
Eu Joaquim José de Oliveira Penna, escrivão o escrevi.
_Conclusão
Seja o Dr. Promotor atendido.
Uberaba, 11 de outubro de 1886.
E. d’ Assis Andrade

Fontes
*Cadernos de Pesquisa. De: Marise Soares Diniz. Publicação do Centro de Documentação e Pesquisa em História do Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia/ CDHIS/ UFU.
Cad. Pesq. Cdhis. Uberlândia, v.23, n.1, jan./jun.2010
www.seer.ufu.br/index.php/cdhis/article/download/12333/7141

*Cotidiano Escravo nas Entrelinhas dos Processos Criminais de Uberaba (1871-1888). De: Júlio César de Souza. Trabalho de mestrado em História da UFU – Universidade Federal de Uberlândia.
Texto integrante dos Anais do XX Encontro Regional de História: História e Liberdade. ANPUH/SP – UNESP- Franca. 06 a 10 de setembro de 2010. Cd-Rom

*Arquivo Público de Uberaba



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Um comentário:

  1. Muito bem! É sempre importante divulgar curiosidades sobre a nossa história local!

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