3 de maio de 2013

CONTA-GOTAS...Notícias


José Carlos Chagas – no pódio 1, deixou o Canadá com duas medalhas de ouro no peito. Atleta da Associação dos Deficientes Físicos de Uberaba, ele representou o Brasil no torneio internacional paralímpico. Em pé, atrás de José Carlos, está a técnica de bocha da Adefu, Janaína Pessato  (Divulgação)
OURO DA CASA
A bocha paralímpica brasileira brilhou no Canadá e trouxe dez medalhas para casa, sendo cinco de ouro. O resultado garantiu ao Brasil a primeira colocação no quadro geral de medalhas do torneio, que reuniu mais de 4 mil atletas de 20 países. Entretanto, o melhor de toda esta história é que a Associação dos Deficientes Físicos de Uberaba – Adefu, saiu do evento com duas medalhas de ouro, ambas no peito do atleta José Carlos Chagas.
DOSE DUPLA ----Na categoria individual, na Classe BC1, a final foi brasileira e José Carlos Chagas conquistou a medalha de ouro sobre Guilherme Germano, que ficou com a prata. Nas disputas de pares e equipes o Brasil também foi bem. Venceu na competição por equipes BC1/BC2 com Maciel Santos,Guilherme Germano, Luisa e José Carlos Chagas, ficando com a medalha de ouro.
HEROÍSMO --- Três representantes da Adefu participaram do Torneio Internacional Paralímpico de Bocha, em Montreal – de 26 a  30 de abril. O atleta José Carlos Chagas, o staff Ulisses Fernandes Lacerda e a técnica Janaína Pessato Jerônimo foram convocados através da canetada do presidente da Associação Nacional de Desporto para Deficiente – Ande, Sebastião da Costa Neto, que a esta altura do campeonato, está comemorando a própria decisão.
SUCESSO PREVISTO --- Vale lembrar que os Jogos Paralímpicos -  realizados de 29 de agosto a 9 de setembro de 2012, em Londres, Inglaterra,  também tiveram a participação de profissionais da Adefu. José Carlos Chagas, Janaína Pessato e o staff Nivaldo Batista Vital integraram a Seleção Brasileira de Bocha. José Carlos Chagas não subiu no pódio, mas fez bonito. Participando pela primeira vez de uma paralimpíada, ele ficou em quarto lugar na disputa individual de bocha, na classe BC1, modalidade para atletas com paralisia cerebral e que podem receber auxílio de ajudantes.
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REENCONTRO
IMAGEM 1: Djalma Santos, Pelé e Gilmar comemoram o título de campeã da seleção brasileira na copa do mundo de futebol, na Suécia, em 1958 (Divulgação)
IMAGEM 2: Djalma Santos – agora morador de Uberaba, ajuda a recepcionar o ex-companheiro de seleção brasileira, Edson Arantes do Nascimento – o Pelé, que desembarcou na cidade para participar da abertura oficial da ExpoZebu (Copiada do mural da jornalista Faeza Rezende/TV Integração, no Facebook)
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Presidente da Fundação Cultural, Sumayra Oliveira,do PCdoB, registra o momento em que
Dilma Rousseff faz pronunciamento na abertura da ExpoZebu 2013
Dilma Rousseff faz 2ª visita à ExpoZebu na condição de candidata a presidente
Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ, recebeu a presidente Dilma Rousseff (PT) na solenidade de abertura oficial da 79ª ExpoZebu, na manhã desta sexta-feira, 3 de maio. Foi a segunda vez que ela visitou a exposição. Em 2010, quando ainda era candidata à Presidência da República, Dilma foi recebida pelo então presidente da ABCZ, José Olavo Borges Mendes. Vale lembrar que a presidente é eventual candidata à reeleição em 2014.
PALANQUE
Além da presidente Dilma Rousseff, também marcaram presença, entre outros, os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Damata Pimentel, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Eustáquio Andrade Ferreira. E ainda, o governador Antonio Anastasia; a embaixadora da República da Namíbia, Lineekela Josephat Mboti, e representantes de entidades ligadas ao agronegócio.
Governador Antonio Anastasia descerra placa da inédita Aisp Rural
(Textos: Agência Minas)    (Foto: Osmar Freire/Imprensa MG)
Governador desembarca antes da presidente da República e agita a política na cidade
Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia (PSDB), desembarcou em Uberaba às vésperas da abertura oficial da 79ª ExpoZebu, e agitou geral – sem discriminação de legendas. Logo que pisou solo uberabense nesta quinta-feira, 2 de maio, ele instalou oficialmente a primeira unidade da Área Integrada de Segurança Pública –Aisp, de Minas e do Brasil, voltada exclusivamente para as questões relacionadas à segurança no campo.
NA PRÁTICA --- Aisp Rural é uma antiga reivindicação do setor e tem como objetivo melhorar os serviços de defesa social, de forma integrada pelas policias Militar e Civil, na zona rural de Uberaba, aumentando também a sensação de segurança entre os moradores e produtores rurais.
Reúne a Patrulha Rural da Polícia Militar de Uberaba - 15 militares, e conta com a atuação de um delegado, um escrivão e três investigadores da Polícia Civil, encarregados pelas investigações dos casos de criminalidade relacionados à área rural.
O próximo passo será a instituição do Conselho de Segurança Rural - Conser, para que a sociedade tenha maior envolvimento nas questões relativas à área rural

TODAS AS CORES
O governador de Minas inaugurou a Aisp acompanhado – entre outros, pelo prefeito Paulo Piau (PMDB); pelo vice-governador Alberto Pinto Coelho (PP); os secretários de Estado Rômulo Ferraz (Defesa Social); Danilo de Castro (Governo) e Elmiro Nascimento (Agricultura); pelo comandante-geral da PM, coronel Márcio Martins Sant'Ana; o chefe da Polícia Civil de Minas Gerais, Cylton Brandão da Matta; o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Uberaba, Rivaldo Machado Borges Júnior, além de deputados, prefeitos e lideranças da região.

MAPEAMENTO
O município de Uberaba conta com mais de cinco mil propriedades rurais, sendo que mais de 1.500 delas já estão mapeadas e georreferenciadas pela Polícia Militar. O serviço abrange informações estratégicas e detalhadas, como número de maquinário, de moradores, de empregados e produção agrícola. A previsão é que todas as propriedades sejam mapeadas até o final do ano. 
A SEDE ---- A Aisp ganhou espaço amplo no recém-inaugurado Centro de Informações Turísticas, Qualificação e Comercialização de Produtos Rurais – Citur, e conta com três salas: uma destinada à Polícia Militar e duas à Polícia Civil.
Localizado na Univerdecidade - Rua Manoel Brandão, 350, o prédio do Citur foi construído com a verba de R$ 2,4 milhões conseguida pelo deputado Marcos Montes (PSD) através de emenda individual ao orçamento da União – e contrapartida da Prefeitura de Uberaba. Funcionam ali, entre outros: Sindicato Rural de Uberaba; Associação de Mulheres Rurais de Uberaba – Amur; Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater; Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA; e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Senar.

HOMENAGEM ---- E por falar em Sindicato Rural, em pleno processo eleitoral para sua sucessão, o presidente da entidade Rivaldo Machado Borges Jr. recebe um presente: o nome de seu pai, Rivaldo Machado Borges, é emprestado ao Citur. Decreto do prefeito Paulo Piau acaba de ser publicado, depois de ganhar a concordância unânime entre as lideranças ruralistas de Uberaba. O criador e um dos maiores divulgadores do zebu também é pai do vereador veterano Marcelo Machado Borges (DEM).

Antonio Anastasia assina liberação de obras  (Foto: Osmar Freire/Imprensa MG)
CAMINHOS DE MINAS
Antonio Anastasia não restringiu a quinta-feira à instalação da inédita Aisp Rural. Também assinou, em Uberaba, despachos governamentais determinando o início de obras de pavimentação asfáltica que irão beneficiar diretamente as regiões do Triângulo Mineiro e do Alto Paranaíba. Serão investidos R$ 71,9 milhões para asfaltar dois trechos: entre Uberaba (Entrº BR-050) e Conceição das Alagoas, no Triângulo Mineiro, e do entroncamento com a BR/452 (Perdizes) ao entroncamento com a BR/262, no Alto Paranaíba. Obras integram o programa Caminhos de Minas.
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(Foto: Acervo da Arquidiocese de Belo Horizonte)
Nhá Chica é a 1ª mineira beatificada
Mas nem só de política vivem os políticos. Governador de Minas marcou presença na cerimônia de beatificação de Francisca de Paula de Jesus, conhecida como Nhá Chica. A celebração foi realizada neste sábado, 4 de maio, em Baependi (Sul de Minas), pelo representante do papa Francisco, o prefeito da Congregação da Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato.
Cerca de 40 mil pessoas, entre romeiros e peregrinos de todos os cantos do Brasil, compareceram  para a cerimônia.
Nós temos agora essa grande oportunidade de ter uma filha de Minas beatificada, nascida muito humilde, muito pobre na cidade de São João del-Rei, mas que fez toda a sua vida no município de Baependi, no Sul de Minas, uma vida dedicada ao amor ao próximo, à devoção a Nossa Senhora da Conceição, à devoção aos mais pobres, só fazendo o bem” – comemora Anastasia.
Nhá Chica, é considerada a mãe dos pobres e ficou conhecida por seus atos de fé e caridade. Ela nasceu em um distrito de São João del-Rei (MG) e, logo depois, mudou-se para Baependi. Morreu aos 87 anos e foi sepultada no interior do Santuário Nossa Senhora da Conceição. Mais de 100 anos depois da morte dela, teve início o processo de beatificação. Em junho do ano passado, Bento XVI assinou o decreto que reconheceu o milagre atribuído à Nhá Chica.
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(Foto: Acervo da Casa do Folclore)
Inscrições para Festival da Catira estão na reta final
Termina neste domingo, 5 de maio, o prazo de inscrições para o 2º Festival Nacional de Catira de Uberaba, que acontece no dia 11 de maio, a partir das 19h, na Casa do Folclore.
Inscrições estão abertas para grupos de todas as regiões do Brasil e serão selecionados 15 grupos para se apresentarem durante o festival, com premiações asseguradas para os grupos e a dupla de violeiros que melhor se apresentarem no evento.
Os grupos de catira serão avaliados pelos critérios de coreografia, sincronismo entre a música e a coreografia e a característica de manifestação de raiz.
As inscrições poderão ser feitas pessoalmente, das 8h às 18h, no Departamento de Fomento da Fundação Cultural de Uberaba; pelo email catirauberaba@gmail.com, ou pelos Correios, enviando a ficha de inscrição para a Fundação Cultural de Uberaba, na rua Tristão de Castro, 64, Centro, CEP - 38.010-250, Uberaba- MG.
Para ter acesso ao regulamento e à ficha de inscrição, os interessados podem acessar o link:
O PROJETO --- Reunidos dia 22 de março, em homenagem oferecida pelo empresário e promotor cultural Gilberto Rezende, em sua Casa do Folclore, os catireiros escolheram a dupla sertaneja que preferem ver e ouvir no 2º Festival Nacional: Pedro Bento & Zé da Estrada. Tudo a ver com a música de raiz. O projeto - que inclui a apresentação de artistas conhecidos nacionalmente e a gravação de um documentário sobre a catira no Brasil, tem o patrocínio da Petrobras, que liberou R$ 100 mil para o evento da Fundação Cultural, com apoio da Associação Cultural Casa do Folclore.

Serão premiados:
o melhor grupo, com R$ 5 mil e troféu;
o melhor grupo por Estado, com R$ 1 mil e troféu;
o melhor grupo iniciante, com troféu;
o destaque individual, com troféu;
o grupo eleito pelo público, com troféu

ATIVIDADES EXTRAS --- Após o festival, será produzido um DVD para distribuição dirigida a museus, bibliotecas, escolas, entidades culturais públicas e privadas, imprensa e interessados. O projeto tem o patrocínio da empresa Petrobras, e durante o festival o público verá apresentação de shows extras com dupla humorística, grupo de sapateado, dupla sertaneja e outras ações culturais.
O 1º FESTIVAL --- Na versão de 2010, a  Casa do Folclore recebeu um público de quase 10 mil pessoas, para curtir os 15 grupos das regiões Centro-Oeste e Sudeste que se inscreveram. Apresentação do evento – na 1ª e agora, na 2ª versões, é de Alexandre Guti Saad.
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Região Metropolitana movimenta Uberaba e Uberlândia com audiências públicas
Região Metropolitana do Triângulo Mineiro vai movimentar, dia 20 de maio, as principais “articuladoras” da ideia: Uberaba e Uberlândia.  As duas cidades vão realizar audiências públicas para discutir a proposta. No caso de Uberaba, evento acontece na Câmara Municipal, a partir das 15, com transmissão ao vivo pelo canal aberto digital 61, e pela TV Câmara, na Universitária, canal 5. Ex-colegas de Câmara dos Deputados, os prefeitos de Uberaba, Paulo Piau (PMDB), e de Uberlândia, Gilmar Machado (PT), têm altos planos para a RM – quando se tornar realidade.
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A jovem bacharela em Direito, Rafaella Silva Borges Cury promete bombar com o livro OS ALIMENTOS GRAVÍDICOS E A PROTEÇÃO CONFERIDA AO NASCITURO (Direito das Famílias)
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Luís Carlos dos Santos - presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de
Uberaba - SSPMU, faz pronunciamento na festa do 1º de maio na praça da Abadia
70 ANOS DEPOIS --- Comemoração do 1º de maio – Dia do Trabalhador, em Uberaba, teve um sabor especial para os 20 sindicatos que se aliaram para promover um evento recheado de atrações, na praça da Abadia. Eles festejaram os 70 anos de aprovação da Consolidação das Leis do Trabalho. Através da assinatura do ex-presidente Getúlio Vargas, a CLT entrou em vigor dia 1º de maio de 1943. A movimentação do feriado de quarta-feira incluiu sorteios de prêmios e shows musicais.
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ESPECIAL ---- Estreia pra lá de especial aconteceu em Uberaba: a entrega do Troféu Tião Silva ao Industrial Destaque do Vale do Rio Grande. O primeiro homenageado pela entidade promotora do evento – Centro das Indústrias do Vale do Rio Grande/Cigra, é o próprio Tião Silva, claro. E o ganhador da primeira versão do troféu foi o empresário do setor calçadista Salem Ibrahim El Messih (da Privilege Calçados).
IMPECÁVEL ---- Até o local do evento foi escolhido a dedo. Homenagem dupla aconteceu no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – Fiemg Regional/Uberaba. Vale lembrar que Tião Silva – cidadão da mais alta qualidade e atual conselheiro consultivo do  Cigra, foi o fundador e primeiro presidente da entidade – hoje dirigida por Marcelo Zaidan.
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Marcos Montes
(Divulgação)
Marcos Montes diz que poderes da República enfrentam crise existencial
Deputado federal Marcos Montes acredita que os três poderes da República – incluindo o Ministério Público, que é ligado ao Executivo, estejam vivendo uma crise existencial. Diz ele que a marcação cerrada da sociedade brasileira provocou esta crise, já que, em nome de se atender às exigências populares, os poderes estão em busca de um perfil adequado. Só que, neste processo de mudanças, estão acontecendo alguns erros e exageros – avalia MM.
BATE-CABEÇA ----Vice-presidente da Comissão de Minas e Energia e membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e vice-líder da bancada do PSD na Câmara dos Deputados, o ex-prefeito de Uberaba por dois mandatos consecutivos (1997/2000 – 2001/agosto de 2004) se refere à nova polêmica entre o Supremo Tribunal Federal – STF, e a Câmara dos Deputados.
O EMBATE --- De um lado, através do ministro Gilmar Mendes, o STF barrou o projeto que veta recursos e tempo de TV para novos partidos. Em contrapartida, a Câmara idealizou uma proposta de emenda constitucional que tira poderes do Supremo e permite ao Congresso rever decisões sobre ações de inconstitucionalidade e súmulas vinculantes.
CONVIVÊNCIA --- Não há, na minha opinião, que se cogitar a retirada de força do Supremo. Porém, o STF não pode interferir em questões que são explicitamente de competência do Legislativo. Quem cria leis sobre partidos, por exemplo, é o Congresso. Portanto, Legislativo, Executivo e Judiciário precisam encontrar o caminho para este novo convívio com a sociedade” – diz Marcos Montes.
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CURIOSIDADE HISTÓRICA
Os caminhos do zebu

Foto técnica do bezerro Guarujá, campeão na 1ª Expozebu - em 1935.
Expositor: Rodolpho Machado Borges/Fazenda: Laranjeiras/Foto: Acervo ABCZ
É tempo de Expozebu – a feira promovida pela tradicional Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – a ABCZ, que já foi Sociedade Rural do Triângulo Mineiro, e teve até nome estrangeiro - Sociedade Red Book Zebu.
Enfim, feito o preâmbulo, vem a história narrada no site do Brazilian Cattle Genetics – o programa criado em 2003 como núcleo de exportação da ABCZ:
_Em 1918 os criadores pioneiros de zebu de Uberaba – que não chegavam a uma dezena - decidiram se organizar para valorizar ainda mais o rebanho que já se destacava entre outras raças pela rusticidade, adaptabilidade ao clima, capacidade de engorda e aptidões leiteiras. Neste período surgiu a Sociedade Red Book Zebu, que mais tarde viria a integrar a   Sociedade Rural do Triângulo Mineiro, criada em 1934, e presidida inicialmente por Fidélis Reis (posteriormente eleito deputado estadual).
De acordo com a história revelada no site do Brazilian Cattle, a nova entidade, bem mais organizada e mais fortalecida do que a extinta Red Book, “passou a representar os zebuzeiros de todo o país e adotou o registro genealógico como forma de manter sob controle a qualidade do plantel nacional”.
Por sinal, ao contrário do que se imagina, os registros não são uma invenção dos tempos modernos.
Tiveram início em 1938 como forma de atestar a pureza sanguínea dos zebuínos – revela a história.
O primeiro animal registrado foi Torneio, do uberabense João Machado Borges, um exemplar Indubrasil que foi marcado pelo presidente Getúlio Vargas, em Belo Horizonte.
Ainda de acordo com o site do Brazilian Cattle, “por imposição do governo Castelo Branco a Sociedade Rural do Triângulo Mineiro – que não era uma entidade reconhecida como de representatividade nacional, precisou se enquadrar aos critérios e teve a nomenclatura alterada em 1967, na gestão de Edilson Lamartine Mendes, surgindo a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu – ABCZ”.

Exposição de gado realizada em 1911, no pavilhão da
Fazenda Tijuco, de Manoel Borges Araújo
(Fotógrafo: Desconhecido)
(Fonte: Arquivo Público de Uberaba)
PRINCIPAIS FATOS HISTÓRICOS
*1919 - Início das atividades do Herd Book da Raça Zebu visando a assegurar a garantia de origem dos filhos dos animais importados.
Obs.:  Os herd books são livros genealógicos organizados para facilitar a consulta de informações e proteger o interesse dos criadores de gado puro, evitando o comércio ou a exportação de animais mestiços por negociantes inescrupulosos
*1934 - Absorção do Herd Book da Raça Zebu pela Sociedade Rural do Triângulo Mineiro - SRTM.
*1935 - Oficialização da Exposição Feira Agropecuária do Triângulo Mineiro.
*1938 - Convênio com o Ministério da Agricultura para a execução dos Registros Genealógicos das Raças Bovinas de Origem Indiana, em regime de Livro Aberto, para todo o Brasil.
*1939 - Primeiro número da Revista Zebu, editada pela SRTM.
*1941- Inauguração do Parque Fernando Costa, que até hoje sedia a ABCZ.
*1951 - Início das Provas de Ganho de Peso.
*1962 - Paralisada a importação oficial de zebuínos da Índia. Entre os anos de 1870 e 1962, 
foram importados apenas 6.262 exemplares.
*1967 - A SRTM é transformada na ABCZ .
*1968 - Implantação do Departamento de Provas Zootécnicas. Inicio do Controle de Desenvolvimento Ponderal.
*1969 - I Concurso Intensivo para Julgamento das Raças Zebuínas.
*1970 - I Seminário Nacional de Pecuária.
*1970 - Regulamento do Serviço de Registro Genealógico é modificado.
*1971 - Iniciam-se as Provas de Ganho de Peso. Encerra-se o regime do Livro Aberto para inscrição no Registro Genealógico. Inicia-se o novo Livro de Registros (Livro Fechado).
*1972 - As Provas de Ganho de Peso são oficializadas pela ABCZ.
*1973 - A ABCZ filia-se à Confederación Interamericana de Ganaderos (Ciaga), fundada em 1965 na cidade de México.
*1973 - I Leilão Nacional de Gado Zebu.
*1975 - Comissão nomeada pelo Ministério da Agricultura e pela ABCZ catalogou 35 criadores em três estados do país, selecionando animais de raça Gir. O Curso Intensivo de Julgamento e Melhoramento das raças zebuínas, ministrado anualmente, tornou-se obrigatório para todos os jurados, a partir da criação do Colégio de Jurados.
*1975 - O presidente Ernesto Geisel assinou decreto federal nº 75.921, autorizando o funcionamento da Faculdade de Zootecnia de Uberaba (Fazu), uma das realizações da ABCZ.
*1976 – Introdução do programa de Controle Leiteiro. A ABCZ realiza a XI Assembléia da Ciaga, no Rio de Janeiro.
*1977 - A ABCZ passa a contar com verba do Ministério da Agricultura para coordenar a exportação de zebuínos, ficando a seu cargo a parte zootécnica, sanitária e operacional.
*1979 – Atendendo a ABCZ, o Ministério da Agricultura cria, pela Portaria 628, a Comissão Coordenadora do Programa Nacional de Exportação de Bovinos e Sêmen de Origem Indiana.
ABCZ apresenta ao Ministério da Agricultura proposta da criação do Conselho Nacional de Pecuária (CNP), o qual viria a integrar quando criado.
Criação da Revista ABCZ - órgão oficial da entidade.
*1980 - Apresentação ao Ministério da Agricultura do documento "Considerações sobre a necessidade de programa de apoio à pecuária seletiva".
*1981 - Instalação do Centro de Processamento de Dados na ABCZ.
*1983 - Criado o Museu do Zebu, no Parque Fernando Costa, por iniciativa da ABCZ.
*1990 - O Museu do Zebu se torna fundação.
*1993 - Introdução do Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos (PMGZ)
*1994 - A Expozebu passa a ser internacional - Exposição Internacional das Raças Zebuínas.
*1995 - A ABCZ realiza a primeira Prova de Ganho de Peso com equipamentos de ultrassonografia.
*1996 - Lançada a CPR do Boi, convênio ABCZ/Banco do Brasil.
Critérios de julgamento são avaliados no Seminário Nacional - Revisão de Critérios de Seleção em Gado de Corte.
*1997 - Criada a ABCZ Comércio e Serviços Ltda., responsável pela ABCZ Leilões e Grife ABCZ.
*2000 - Lançado o PAD, Programa de Acasalamento Dirigido visando a direcionar de maneira inteligente o acasalamento dos bovinos evitando a consanguinidade no rebanho e maximizando o ganho / progresso genético do plantel. No segundo semestre do ano, a ABCZ iniciou mais uma etapa do PMGZ (Programa de Melhoramento Genético de Zebuínos), com a emissão do CEP (Certificado Especial de Produção). Esse certificado garante a superioridade dos animais. O Procan versão para windows também foi lançado. A ABCZ foi pioneira com a realização do Curso de Especialização em Zebu para jornalistas.
*2001 - Centro de Eventos ABCZ foi inaugurado. A obra consumiu quase R$ 3 milhões, sem onerar o associado ou endividar a entidade. O local dispõe de modernos recursos áudio visuais e de informática, ar condicionado, capacidade para até 2,5 mil pessoas, 600 vagas no estacionamento e sistema de baias, que podem ser transformados em espaços para a realização de feiras e mostras. Também foi lançada a Revista ABCZ, um veículo de informação sofisticado, distribuído para os associados e assinantes, no Brasil e no mundo.
*2002 - Criada a Central de Compras ABCZ garantindo a associados e demais pecuaristas tratamento personalizado na compra de materiais, utensílios e produtos agropecuários.
*2003 - Criado o Brazilian Cattle Genetics, núcleo de exportação de animais vivos e material genético zebuíno que congrega centrais de inseminação, pecuaristas, empresas afins, ABCZ e governo federal. O objetivo é disseminar o zebu nos países onde o clima se assemelha ao do Brasil e ampliar o mercado de material genético e de tecnologia das raças zebuínas brasileiras.
*2004-A ABCZ tornou-se a primeira entidade de classe a ser credenciada pelo MAPA, através da criação da empresa ABCZ Certificadora, junto ao Sisbov, para certificar bovinos.
*2005- Implantação da Tabela de Peso Máximo como critério da ExpoZebu para as provas de julgamento. Também implantado o teste de DNA para comprovação de genealogia dos campeões da feira.
*2006 . Lançamento do PróGenética (Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino)pelo Governo de Minas e ABCZ.
*2007- Presidente Lula apóia a ABCZ para lançamento do Pró-Genética em todo o País.
*2008- Realizada a 1ª edição da ExpoGenética, exposição e celebrado convênio técnico-financeiro com a FAPEMIG (Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais) para a formação e consolidação do Pólo de Excelência em Genética de Bovinocultura, em Uberaba/MG. Neste mesmo ano, após 15 anos de negociações, a ABCZ consegue autorização para importação de embriões de zebuínos da Índia.
*2009 - Nascem no Egito os primeiros bovinos, frutos das doações de material genético por empresas brasileiras à Universidade de Alexandria, via consórcio Brazilian Cattle Genetics, da ABCZ e APEX. Também em 2009 o MAPA autoriza ABCZ a registrar animais clonados.
*2010- Execução dos primeiros registros dos cruzamentos Brahman com Holandês.

ANTES DISSO, PORÉM...
Conta Hildebrando Pontes em sua obra História de Uberaba e a Civilização no Brasil Central, que, em 1875, os primeiros exemplares zebu chegavam ao Triângulo Mineiro,em meio a problemas enfrentados pelos criadores.
_No derradeiro quartel do século XIX, o Brasil Central, debatendo-se contra a degenerescência da sua pecuária bovina, lançou mão de reprodutores bovinos de todas as raças que em outros centros do país iam chegando. Mas, o resultado foi negativo.
Foi então, segundo ele, que os criadores do Brasil Central decidiram mudar, oportunidade em que sofreram até perseguições:
_ Sem um minuto de desfalecimento, lançaram mão da raça zebu que veio, de uma vez, resolver a questão, mau grado a terrível campanha que os criadores paulistas, mineiros e outros fizeram e muitos ainda hoje fazem. E a luta vem de longe. Foi em 1875 que se introduziram, no Triângulo, os primeiros exemplares de gado de raça zebu.

Exposição de gado realizada em 1930, no prédio
da Santa Casa de Misericórdia
(Fotógrafo: Desconhecido)
(Fonte: Arquivo Público de Uberaba)
DESPERTANDO INTERESSE
Ainda de acordo com as revelações de Hildebrando Pontes, o major José Inácio de Melo França, natural de Desemboque, “adiantado criador e proprietário da fazenda Santa Rosa do Rochedo, município de Jataí, Estado de Goiás, falecido a 7 de setembro de 1929, asseverou-me que, em 1875, se achando no Rio de Janeiro, fora passear em Santa Cruz, e aí comprara diversos reprodutores bovinos de raça zebu que trouxera para o município de Uberaba. Eram exemplares da variedade "Nelore" e os primeiros daquela raça aqui introduzidos”.
Outro major – Ernesto da Silva e Oliveira, segundo Pontes, achava-se em Porto Novo do Cunha, em 1889, aonde fora a negócios de gado, quando viu uma raça de bovinos que lhe chamou a atenção pela originalidade do seu todo.
_Eram exemplares da raça zebu que ali já se criavam de longa data. Desse gado comprou dois touros que trouxe embarcados até Três Corações e daí por terra, até Uberaba.
E continua Hildebrando, em seus detalhismo sobre o sucesso do zebu:
_Em viagem para Uberaba, conduzindo aqueles touros, o major Ernesto da Silva e Oliveira encontrou-se com o sr. Antônio Fontoura Cachucha, que se mostrou bastante interessado na aquisição de alguns exemplares daqueles bovinos. Ciente da sua procedência, dirigiu-se a Porto Novo do Cunha, às fazendas dos senhores Marcondes e dr. Lontra, dos quais comprou sete novilhos que trouxe e vendeu, neste município, a diversos fazendeiros, maior parte dos quais membros da família Rodrigues da Cunha.
Animados com a superioridade do zebu, na regeneração do nosso gado bovino, foi que distintos criadores deste município voltaram, com interesse, as suas vistas para esse gado.

SUCESSO COMPROVADO
Ainda segundo Pontes:
_Efetivamente, pouco depois, questão de meses, partiu de Uberaba, com destino a Porto Novo, o coronel Teófilo Rodrigues da Cunha, onde adquiriu e trouxe para a sua fazenda Gengibre, a quarta partida de reprodutores zebu introduzida no Triângulo.
Vendendo bem a sua primeira leva, o sr. Cachucha aconselhou ao major Ernesto da Silva e Oliveira a continuar no mesmo ramo de negócio, por ser de primeira ordem.
Este conselho fê-lo voltar ao Rio de Janeiro, para a aquisição da quinta leva de gado zebu que para aqui veio e vendeu a diversos fazendeiros do município, a conto de réis e mais, por cabeça.
De acordo com a narrativa de Hildebrando Pontes, dos dez exemplares de que se compunha esta partida, um foi vendido ao capitão Antônio Borges de Araújo, e foi ele o primeiro touro de raça indiana que entrou para os campos de sua extensa propriedade pastoril.
E ainda:
_A sexta leva de reprodutores da raça em apreço foi trazida, ainda de Porto Novo, pelo capitão Joaquim Veloso de Rezende, para os capitães José e Antônio Borges de Araújo. Compunha-se de 4 cabeças, sendo dois touros e uma novilha puros e um garrote de 3/4 de sangue, chegado em Uberaba no dia 29 de novembro de 1889.
Este gado foi o primeiro de tipos puros, de grandes orelhas.
Um dos touros era o célebre Lontra, cujo proprietário, capitão Antônio Borges de Araújo, por ele rejeitara, naqueles bons tempos, a gorda oferta de 42 contos de réis!

UNINDO FORÇAS – DIRETO À FONTE
O escritor e historiador conta ainda em sua obra, que muitas outras importações se fizeram depois do capitão Joaquim Veloso, até que, em 1893, o coronel Teófilo de Godói, de Araguari, por encargo de diversos criadores do município de Uberaba, foi à Índia, de onde trouxe, diretamente, a primeira leva de gado zebu importado de lá.
_Depois dessa, algumas dezenas de levas ainda foram trazidas de Porto Novo e outros lugares do Rio de Janeiro para criadores de Uberaba (1891-1905).
De 1905 a 1921, cerca de 40 levas foram ainda importadas das índias por criadores de Uberaba, representando outras tantas centenas de cabeças de bovinos a dois contos de réis e mais por unidade.

MELHOR QUE A ORIGEM
Hildebrando Pontes avalia que Uberaba acabou por criar melhor gado zebu que a própria Índia.
_Neste município, o zebu importado encontrou um meio no qual se acha melhor do que no país de onde é originário. A rês, aqui, tem outro aspecto: maior peso, elegância das linhas do corpo, mansidão etc.
Daí formou-se uma raça zebu nacional a que já se deu o nome de Indubrasil, devidamente registrada pelo Herd Book Zebu de Uberaba de que foi instituidor, há anos, o saudoso dr. José Maria dos Reis.
Ainda falando sobre os novos tempos, diz Hildebrando Pontes:
_Há três espécies de criadores: o que cria o gado de raça fina para reprodutor; o que cria o gado para o talho e o que se incumbe da era de garrotes para qualquer dos dois fins.
Segundo ele, a cidade tinha “três banheiros carrapaticidas”.
Ainda segundo ele:
_(...)Na pecuária bovina o sangue zebu substituiu, inteiramente, o sangue das raças antigas do país: china, pedreira, caracu etc. Hoje, só há predominância das raças indianas: Guzerá, Gir e Nelore.

OS MALES
Mas, de acordo com Pontes, a criação do gado tinha alguns problemas:
_Os males que flagelam os rebanhos locais são a diarréia ou pneumo-enterite dos bezerros, a peste da manqueira ou carbúnculo sintomático e o carbúnculo hemático, nos bovinos de sobreano a menos, e o hog-cólera ou batedeira dos leitões, males estes que se curam uns e se previnem outros com o emprego de soros e vacinas anti-carbunculosas.

CAMPANHA DO CONTRA
Outro historiador de Uberaba também destacou a campanha sofrida pelos criadores de zebu. Conta José Mendonça em sua obra História de Uberaba:
_O zebu sofreu no Brasil, por ocasião de sua introdução no país e de sua adaptação ao meio, uma dura e severa campanha.
O principal opositor, segundo ele, foi “o ilustre Sr. Dr. Luís Pereira Barreto, homem de justo prestígio nos meios intelectuais e científicos de nossa pátria, médico, filósofo positivista e sociólogo”
Mendonça conta que, através da imprensa e pelo tribunal, em discursos e conferências, Barreto levou ao extremo a luta contra o gado indiano.
_Dizia que o zebu não possui valor econômico, pois, sua carne é dura, não é gado leiteiro (sua produção de leite é inferior à das raças européias) e é um animal rude e selvagem. Além disso, tem carne almiscarada.
Essa campanha, de acordo com Mendonça, impressionou, vivamente, numerosos fazendeiros e mesmo as esferas governamentais do país.
De acordo com ele, o zebu passou a ser repudiado, em muitos lugares. Nem era aceito nas exposições.
_Era considerado um “bicho”.

DISCRIMINAÇÃO
Conta José Mendonça, que certa vez, “o coronel José Caetano Borges e o doutor José Maria dos Reis” levaram uma leva de zebus a uma Exposição, em Belo Horizonte.
_O gado foi recusado, não queriam admiti-lo.
Foi necessário, segundo Mendonça, que “os distintos uberabenses se dirigissem a João Pinheiro, o grande estadista que presidia Minas Gerais que, com sua segura visão dos fenômenos econômicos e sociais, determinou que o rebanho fosse recebido na Exposição e, mesmo, julgado.”

SACRIFÍCIO
Em outro trecho de sua narrativa, José Mendonça revela que, “para provar que a carne do zebu não é almiscarada, o Cel. Antonio Borges de Araújo, um dia, abateu uma novilha de raça, em pleno largo da Matriz (Praça Rui Barbosa)”.
E, ao final, comemora, até com uma pequena dose de maldade:
_Os uberabenses suportaram, com denodo e firmeza, essa terrível campanha. E venceram-na, magnificamente, pelo bem do Brasil.
Aliás, devemos observar que o ilustre Sr. Dr. Luís Pereira Barreto não foi feliz nas principais lutas que desenvolveu, no país: a que fez contra o zebu e as que empreendeu pelo cultivo do “Café Bourbon” e da Maniçoba.

Parque Fernando Costa, em 1950
Fachada pouco mudou ao longo dos anos
(Fotógrafo: Desconhecido)
(Fonte: Arquivo Público de Uberaba)
FERNANDO COSTA
Quem foi o homem que empresta
o nome ao parque que sedia a ABCZ
Segundo Dorival Luiz Cicci, em artigo publicado no jornal Lavoura e Comércio, Fernando de Souza Costa nasceu em São Paulo em 1886, filho do coronel Querubim Fabiano da Costa e dona Augusta de Souza Costa.
Dizia o artigo que “a vida pública brasileira teve em Fernando Costa um de seus mais lídimos representantes, pelos relevantes serviços prestados para a solução dos problemas maiores da administração, merecedor da admiração e respeito”.
Foi prefeito municipal de Pirassununga. deputado federal em várias legislaturas, e em 1937, foi nomeado Ministro da Agricultura, criando então o Serviço de Registro Genealógico e o parque de exposições de Uberaba.
E continua Dorival Cicci, no artigo sobre Fernando Costa:
 _ (...) Ele se interessou pelo zebu e incitou muita gente, ainda confusa, a criá-lo, abrindo as fronteiras paulistas para as raças indianas que aportavam de Minas.
Segundo Cicci, dois parques pecuários têm o nome de Fernando Costa: de São Paulo e de Uberaba, “sendo que o de Uberaba iniciou sua construção em 1938, e inaugurado em 1941, mantém até hoje a mesma estrutura arquitetônica da época em que foi construído”.

Fontes e Referências Bibliográficas
CICCI, Dorival Luiz. Jornal "Lavoura e Comércio", 05/05/2000.
MENDONÇA, José. História de Uberaba. Edição Academia de Letras do Triângulo Mineiro, 1974.
PONTES, Hildebrando. História de Uberaba e a Civilização no Brasil Central. Academia de Letras do Triângulo Mineiro, 1978.
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