28 de julho de 2015

CONTA-GOTAS...NOTÍCIAS

QUEM ESTÁ FORA ... QUER ENTRAR
SOPA DE LETRINHAS
Mais um partido político em processo de “nascimento” no Brasil colhe assinaturas de apoiamento em Uberaba – o Partido Social (PS). Assinaturas são pré-requisito para a obtenção do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral. Já estavam colhendo assinaturas em Uberaba – como informado nesta coluna, o Partido do Servidor Público e Privado (PSPP); Partido da Mulher Brasileira (PMB); Partido Liberal (PL) e Partido dos Estudantes (PE). A lista já supera 40 siglas em fase de tentativa de criação no Brasil.
Filiações
Todos os 32 partidos políticos existentes oficialmente no país possuem filiados em Uberaba. Eles somam 28.515 inscritos, representando cerca de 13% do eleitorado total da cidade (218.157 pessoas). Dos 32, apenas 21 estão com comandos regularizados – 14 através de comissões executivas provisórias e sete com diretórios eleitos pelos filiados.
Entre os 11 sem comando, destaca-se o DEM – segundo colocado no ranking de filiações em Uberaba, perdendo apenas para o PMDB.
Poderes
Duas legendas são presididas por deputados federais com domicílio eleitoral na cidade – o majoritário Marcos Montes, do PSD, e Aelton Freitas, do PR. Outras três legendas são comandadas por vereadores: o PRB – Franco Cartafina, o PROS – Cléber Ramos, e o SD – Luiz Dutra (que também preside a Câmara de Uberaba).
Multiplicação
Além do PSPP; PMB; PL e PE, também estão em fase de movimentações Brasil afora – entre outros, o Partido pela Acessibilidade e Inclusão Social; Rede Sustentabilidade; o Novo; o Partido Militar; o Muda Brasil; o Partido dos Pensionistas, Aposentados e Idosos do Brasil; o Partido Carismático Social; o Movimento em Defesa do Consumidor; Aliança Renovadora Nacional; o Partido da Educação e Cidadania; o Partido Ecológico Cristão; o Partido da Transformação Social; o Partido do Esporte; o Partido Liberal Cristão; o Partido Humanista...
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ACOMODAÇÕES NA JUSTIÇA ELEITORAL
Juíza da 4ª Vara Cível, Andreísa de Alvarenga Martinoli Alves, é a nova titular da 326ª Zona Eleitoral de Uberaba. Designação foi publicada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais – TRE/MG, e tem vigência de dois anos. Conforme anunciado nesta coluna, no mês passado o juiz da 1ª Vara Criminal, Ricardo Cavalcante Motta, foi designado para comandar a 347ª Zona, também para um biênio.
Em resumo, vão atuar nas eleições municipais (prefeito, vice e vereadores) em 2016. Atualmente as zonas da comarca de Uberaba têm as seguintes abrangências: 326ª Zona (Uberaba/Campo Florido); 277ª Zona (Uberaba/Veríssimo); 276ª Zona (Uberaba/Delta); 347ª Zona (Uberaba/Água Comprida).
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Crise do Hospital do Câncer
CAMPANHAS QUEREM SENSIBILIZAR EMPRESÁRIOS E POLÍTICOS 
Empresas de Uberaba e região poderão encaminhar doações mensais para a compra de medicamentos oncológicos, destinados ao tratamento dos pacientes internados no Hospital Hélio Angotti/Hospital do Câncer. Líderes empresariais, liderados pela Rede de Proteção Social da instituição, criaram a Ação Empresarial Contra o Câncer, que tem o objetivo de atrair colaboradores. “Aquisição de  medicamentos contra o câncer é um dos nossos principais problemas, pois o tratamento está cada vez mais sofisticado e mais caro, e não dispomos de orçamento para atendermos a todos os pacientes” – lamenta o presidente do Hospital, oncologista Délcio Scandiuzzi. Para se ter uma ideia, o hospital investe cerca de R$ 1 milhão/mês na compra dos medicamentos. Os mais caros são os destinados à quimioterapia.
Todas as informações sobre a Ação Empresarial Contra o Câncer estão disponíveis no site www.helioangotti.com.br, bastando clicar em Doações.
Por sua vez, a Associação dos Municípios da Microrregião do Vale do Rio Grande/Amvale – com sede em Uberaba, mobiliza lideranças do Triângulo Mineiro com o objetivo de atrair sua colaboração com o Hospital  Hélio Angotti. Prefeitos, vereadores, deputados federais e estaduais estão na mira da Amvale. O hospital atende a pacientes de toda a região, principalmente através do Sistema Único de Saúde (SUS).
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PREFEITO PAULO PIAU CONVIDA, PESSOALMENTE, A POPULAÇÃO DE UBERABA PARA
PARTICIPAR DOS ESPAÇOS DO GOVERNO MUNICIPAL NAS REDES SOCIAIS -
AGORA IMPLEMENTADOS COM O #FALA UBERABA
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MONTAGEM DE FOTOS DE TUCANOS "NACIONAIS, ESTADUAIS E MUNICIPAIS"
ILUSTRA LONGA POSTAGEM DE CAIO NARCIO NO FACEBOOK
Enquanto isso no ninho...
Publicação exclusiva da edição anterior de Conta-Gotas...Notícias, dando conta de que o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais havia oficializado a nova Comissão Executiva Municipal Provisória do PSDB/Uberaba,  mobilizou rebeldes e o deputado federal majoritário do partido na região, Caio Narcio.
Da parte dos descontentes, reuniões e mais reuniões estão acontecendo desde a divulgação, com uma série de alternativas em pauta: deixar o partido; ficar e partir pro fogo interno; publicar carta de repúdio; enviar protestos para os comandos nacional – leia-se senador Aécio Neves, presidente, e estadual – responsável pela designação das provisórias, entre outras.
Entre os rebeldes estão nomes pesos pesados do PSDB/Uberaba: o único vereador, João Gilberto Ripposati; a delegada de Polícia (considerada amiga pessoal de Aécio Neves), Sandra Wazir; a educadora e ex-superintendente regional de ensino, Vânia Célia; o fundador, ex-presidente e ex-secretário-geral do partido, Luiz Cláudio Campos; o professor de música e promotor/produtor cultural, Cacá Sankari, e a administradora e suplente de vereador, Elci Caixeta.
Foram designados os engenheiros Karim Abud Mauad – presidente e Luciano Lopes Veludo – tesoureiro; o escritor/poeta e médico José Humberto da Silva Henriques – secretário; o vereador mais votado da atual legislatura, Samir Cecílio – ainda inscrito como filiado ao Solidariedade, e Thaize de Souza Amaparado – esposa do ex-deputado federal Narcio Rodrigues, como membros da provisória.
Detalhe: Karim Abud, Luciano Veludo e Samir Cecílio fizeram parte da equipe principal do governo Anderson Adauto na Prefeitura de Uberaba.
REAÇÃO
Silencioso até então, o coordenador da comissão designada pelo comando estadual do PSDB e oficializada pelo TRE/MG, o deputado federal Caio Narcio abriu as asas, digo, o coração, em postagem no seu mural no Facebook.
“O PSDB é um partido que tem História no Brasil e uma História muito bonita em benefício de Uberaba, seja pela atuação dos governadores Aécio Neves e Antonio Anastasia, seja pela atuação do deputado federal Narcio Rodrigues e do deputado estadual Fahim Sawan” - disse ele.
E continuou: “Hoje, com a publicação da nova provisória, a mensagem que estamos passando é a de que o PSDB, em respeito à sua própria História de luta, não vai se calar. Ao contrário, vai trabalhar para apresentar um projeto ousado para Uberaba que possa devolver à essa cidade o direito de sonhar alto com o desenvolvimento e com novas oportunidades”.
Ex-tucanos
Aproveitou então, pra fazer um convite a ex-tucanos – o que inclui Fahim Sawan, já que foi citado em parágrafo anterior: “O PSDB vai a partir desse novo momento convidar seus antigos filiados para voltarmos a conversar sobre a cidade, para discutirmos os problemas e buscar, em conjunto, soluções. Mas não será só nos nossos antigos filiados que buscaremos isso. Também queremos fazer do PSDB um endereço daqueles que enxergam na política uma ferramenta pra transformar a vida das pessoas”.
Oposição
E em outro trecho anuncia que o lado do PSDB/Uberaba: “Vamos fazer uma Oposição a favor de Uberaba, não uma oposição raivosa e reativa, mas sim uma Oposição correta que assinala erros e aponta caminhos. Não vamos fazer Oposição às pessoas, mas, sim, às ideias e à forma de governar”.
E exemplifica:“...Cobraremos do Governo o compromisso com o Gasoduto e a Planta de Amônia, que eram prioridades do Governo do PSDB em Minas, e que parecem estar esquecidos pelos Governos do PT em Brasília e em Belo Horizonte”.
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BRT/VETOR SEGUE ADIANTE
Sistema já em vigor registrou uma movimentação, em junho de 2105, de 1,342 milhão de passageiros; uma média de 44.757 por dia
Em tempos bem mais amenos no que se refere ao Corredor Leste/Oeste – ao longo da avenida Leopoldino de Oliveira, o governo de Paulo Piau (PMDB) prepara o terreno para implementar a nova fase do BRT - Bus Rapid Transit (Transporte Rápido por Ônibus em português) em Uberaba. (Foto: Sebastião Santos)
Recursos
Os recursos do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento/Mobilidade Urbana, na ordem de R$ 41 milhões, já estão depositados na conta da Prefeitura de Uberaba e vão financiar a implantação dos Corredores Sudeste e Sudoeste, previstos para atender, cada um deles, a uma população estimada de 80.000 habitantes. São cerca de R$ 22,8 milhões para o BRT/Sudoeste e R$ 18,4 milhões para o BRT/ Sudeste.
Vox Populi
O atual governo, que herdou um projeto inacabado, com vários problemas a serem sanados, ainda está sob o impacto da polêmica implantação da primeira fase – com gritarias generalizadas entre usuários do transporte coletivo, empresários da avenida Leopoldino de Oliveira, pedestres, taxistas, motoristas de ônibus/coletivos, e até por parte de quem não tem nada com isso, mas se assustou com a novidade.
Tempos mais calmos, o prefeito e o titular da Secretaria de Planejamento e Gestão Urbana, arquiteto Marcondes Freitas, trataram de convidar a população para a apresentação dos detalhes da nova fase – readequada após o “aprendizado” inicial. (Foto: Sebastião Santos)
Corredor Sudoeste
O primeiro encontro público visou a mostrar o projeto do eixo Sudoeste, cujo trajeto envolve a rua Bento Ferreira e avenidas da Saudade, Dona Maria de Santana Borges, João Dallacqua e Juca Pato, onde ficará o terminal de embarque e desembarque de passageiros. São previstas 11 estações-tubo.

TERRENO QUE ESTARIA RESERVADO PARA O TERMINAL DO EIXO SUDESTE
Corredor Sudeste
Terminal será construído em terreno localizado na avenida Bandeirantes/Gameleira 2. Área particular (que será desapropriada) tem sido alvo de constantes reclamações de moradores e comerciantes das proximidades. Fica bem ao lado de um abrigo de ônibus, inclusive com um moderno painel eletrônico, mas não tem muro, não tem calçada e vive cheio de mato.
O percurso passa pelas avenidas Guilherme Ferreira, Nelson Freire, Abílio Borges de Araújo e Bandeirantes. O corredor tem 3,7km de extensão, envolvendo nove estações tubo. Os novos loteamentos que serão entregues, como por exemplo, Isabel do Nascimento e Rio de Janeiro, também serão atendidos por este eixo.
Terminais
Os terminais terão bancos para assento e sinalizações adequadas,  inclusive com acessibilidade – através de piso táctil, além de bicicletário. Não haverá a colocação de grades ao longo dos percursos, visto que o fluxo é menor que na avenida Leopoldino de Oliveira. Vale ressaltar que todas as rotas e trajetos serão sinalizados.
Estações
As estações-tubo serão retangulares em estrutura metálica com vidros planos, que poderão ser adquiridos no comércio local. Além disso, foram projetadas algumas soluções de sustentabilidade, tais como: reuso da água de chuva para limpeza das estações, telha termoacústica (reduz calor interno), ventilação cruzada (vidros móveis) etc. O sistema de climatização proposto prevê uma melhor distribuição do ar refrigerado, através de evaporadoras no teto, o que trará maior conforto aos usuários. Foram pensadas dois tipos de estações que serão instaladas de acordo com a demanda de fluxo de passageiros de cada local. As estações terão rampas de acessibilidade, catracas e câmeras.
Compartilhamento
Em vez de tachões para separar a faixa de rolamento de veículos, será utilizada a pintura termoplástica em alto relevo. As faixas centrais serão compartilhadas entre os ônibus e outros veículos. O estacionamento de veículos será mantido dos dois lados das vias, com exceção dos locais onde as estações de passageiros forem instaladas.

 Tenho plena consciência do conflito inicial provocado pela novidade do sistema BRT-Vetor em Uberaba, mas a experiência mostrou que, após a fase de implantação, com as readequações feitas a partir, inclusive, de reivindicações dos usuários do sistema, entramos num período de acomodação e aprovação do projeto. Não se pode, por exemplo, atribuir unicamente ao BRT-Vetor o impacto negativo no comércio da avenida Leopoldino de Oliveira; estamos enfrentando um período de recessão no país. Mas é certo que a Prefeitura de Uberaba não está medindo esforços para atender à maioria dos envolvidos com o sistema, e aqueles que tiverem dúvidas, mesmo após as apresentações públicas dos projetos, podem procurar a administração municipal. Não queremos prejudicar ninguém. Mas, precisamos pensar Uberaba de forma planejada daqui pra frente, já prevendo um grande crescimento”.
_Paulo Piau, em seu mural no Facebook
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Bênçãos
IGREJA CATÓLICA DEFENDE NÚMERO MAIOR DE VEREADORES EM UBERABA
Polêmica sobre a composição quantitativa da Câmara de Vereadores de Uberaba chega às missas e outras celebrações católicas – seja através dos sermões de alguns religiosos, seja através da distribuição de panfletos. Absolutamente a favor do aumento do número de vereadores, o Comitê Uberaba da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas produziu o impresso que a Igreja Católica está apoiando e divulgando.
Criada em agosto de 2013 na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil/CNBB, a Coalizão tem o objetivo de palpitar na política, defendendo propostas que julga corretas para a população e a democracia brasileiras. Formada por entidades e movimentos sociais do país, a Coalização se desdobra em comitês tipo o movimento instalado em Uberaba, e abraça assuntos nacionais e municipais.
Participam da Coalizão – e de seus comitês, além da CNBB, mais de 100 outras entidades e movimentos, entre eles, a Ordem dos Advogados do Brasil/OAB; a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil/CTB; a Associação Brasileira de Câmaras Municipais/Abracam;a Aliança Cristã Evangélica Brasileira; o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil; a Comissão Brasileira de Justiça e Paz; a Federação Nacional dos Jornalistas; o Fórum Mineiro pela Reforma Política Ampla, Democrática e Participativa; a Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular; a União dos Vereadores do Brasil...
AUDIÊNCIA PRÓ-AUMENTO (FOTO: RODRIGO GARCIA/CÂMARA)
AUDIÊNCIA PÚBLICA NA CÂMARA ATRAIU MAIS DEFENSORES QUE OPOSITORES DE MAIS VEREADORES
A pedido do vereador/presidente do Pros/Uberaba, Cléber Humberto Ramos, a Câmara de Uberaba sediou na semana passada uma audiência pública para discutir a quantidade de cadeiras a serem disputadas a partir das próximas eleições municipais. Hoje com 14 vereadores, a Câmara de Uberaba já teve 19 representantes, e de acordo com a legislação eleitoral pode chegar a 23 – se levado em conta a população do município.
O próprio Cléber defende um número maior de companheiros em plenário, mas o assunto não é unanimidade entre os atuais vereadores. Dizem as más línguas que os opositores à ideia não querem reduzir o número de assessores – o que seria necessário para compensar os gastos com mais vereadores. O duodécimo destinado ao Poder Legislativo não sofreria mudança.
Guerra declarada
MENOS ASSESSORES, MAIS VEREADORES
Numa inversão surpreendente do que os movimentos sociais costumam defender, o panfleto do Comitê Uberaba da Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas explica detalhadamente os motivos de se aumentar o número de vereadores em Uberaba.
Menos assessores, mais vereadores” – diz o documento, revelando que a aprovação da proposta “não eleva as despesas da Câmara”. Lembra que cada um dos 14 vereadores tem R$ 30 mil para contratar assessores, e que a soma destes recursos daria para pagar mais 24 vereadores.
O mesmo panfleto – de frente e verso, cita cidades da região de exemplo: Araxá, Patrocínio, Araguari e Patos de Minas têm 17 vereadores cada uma, apesar de populações menores que a de Uberaba. Frutal tem 15 vereadores, e Montes Claros – lembra o panfleto, tem 23, mesmo sendo do mesmo porte de Uberaba.
+VEREADORES +DEMOCRACIA, DIZ PANFLETO
Aumento interessa aos partidos políticos e pré-candidatos
Já às voltas com suas listas de pré-candidatos a vereador em 2016, os dirigentes partidários, em sua maioria, torcem pelo sucesso do movimento pró-aumento de cadeiras legislativas.
Assim como os próprios pré-candidatos. “Sou favorável ao aumento de cadeiras, pois nossa cidade está com mais de 170 bairros e 14 vereadores não são suficientes para atender a todos; além disso não haverá aumento de gastos com a Câmara Municipal” – diz o estudante de História, Aleff Madruga, um dos pré-candidatos em 2016.
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ANTIGO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - PREPARADO PARA VOLTAR À ATIVA
(FOTO: GOOGLE MAP)
EX-LÍDER QUER APOIO DO PREFEITO PARA REATIVAR HOSPITAL
Ex-líder do prefeito Paulo Piau na Câmara, o vereador Kaká Carneiro (PSL) reivindica que o governo municipal atue a favor da reativação do antigo Hospital São Francisco -  localizado na rua Santo Antônio, no centro de Uberaba, e que, apesar de desativado, permanece estruturado para entrar em funcionamento. “Com apenas alguns reparos, o hospital pode renascer” – defendeu ele, em requerimento enviado ao prefeito.
Kaká Carneiro entende que o hospital, que é particular, pode ajudar a resolver um dos graves problemas da saúde em Uberaba - a falta de leitos. Lembra que, mesmo com a oferta surgida com o Hospital Universitário da Universidade de Uberaba/Uniube, e a conclusão das obras (em fase final) do Hospital Regional, a falta de leitos ainda será um problema.
Ele visitou o prédio do Hospital São Francisco e se diz impressionado com a estrutura. “Não descarto a possibilidade de o prefeito, inclusive, buscar parcerias junto aos governos federal e estadual para viabilizar o funcionamento do hospital; espero contar com o apoio dele” – destaca o vereador.
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PRESIDENTE DA FPA RECEBE HOMENAGEM 
Presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o vice-líder da bancada do PSD na Câmara, deputado federal majoritário em Uberaba e região, Marcos Montes, recebeu neste 28 de julho de 2015, o Prêmio Lauriston Von Schimidt – principal honraria concedida pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
Homenagem aconteceu na abertura do Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS), o maior e mais importante evento destes setores no Brasil, e que acontece até dia 30 de julho, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP).
“É com grande alegria que recebo este prêmio, que, por si só já carrega a importância de levar o nome de um dos maiores defensores do segmento” – diz Marcos Montes. “Dedico e compartilho esta homenagem com todos aqueles que, independente do tamanho do seu negócio, contribuem com o desenvolvimento da agropecuária brasileira” – afirma ele.
Premiação é o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido por Marcos Montes à frente da FPA, cargo que ele assumiu em fevereiro de 2015 para um mandato de dois anos.
ABRANGÊNCIA - Com um Produto Interno Bruto (PIB) na ordem de R$ 80 bilhões, as cadeias produtivas avícolas e suinícolas geram mais de 1,7 milhão de empregos diretos - mais de 400 mil deles em frigoríficos, chegando a mais de 4,1 milhões de postos de trabalho entre diretos e indiretos.
Nascida em 2014 da fusão entre a União Brasileira de Avicultura e a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína, a ABPA presidida por Francisco Turra calcula que as exportações de aves, ovos e suínos chegaram a uma cifra de US$ 10 bilhões em 2013, ou 4,1% das exportações totais do Brasil e 10% das exportações do agronegócio brasileiro.
PESO PESADO - Não por acaso, portanto, a abertura oficial da SIAVS, na manhã deste dia 28 de julho, reuniu pesos pesados da política brasileira, incluindo os governadores de São Paulo, Geraldo Alckmin, do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, de Santa Catarina, Raimundo Colombo, do Paraná, Beto Richa, de Goiás, Marconi Perillo e do Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, além da ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, e do ministro da Secretaria de Portos, Edinho Araújo.
Mais de 100 expositores participam da feira, que atrai visitantes do Brasil e de outros países –  empresários, gestores de compras, técnicos, pesquisadores, produtores avícolas e suinícolas e outros profissionais da cadeia produtiva internacional.
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SÃO PAULO SE MOVIMENTA EM PROL DO HOSPITAL DO PÊNFIGO DE UBERABA
Voluntários de São Paulo promovem evento com renda destinada ao Lar da Caridade/Hospital do Pênfigo/Hospital do Fogo Selvagem de Uberaba. O grupo Verdinhos do Bem vai realizar na capital paulista o 7º Leilão Beneficente em prol da instituição, dia 3 de outubro, a partir às 19h,  no Salão Nobre do Clube Atlético Ypiranga. Hoje, a instituição criada por Aparecida Conceição Ferreira – desencarnada em dezembro de 2009, aos 95 anos de idade, é presidida pela sua neta Ivone Aparecida Vieira da Silva.
A relação dos paulistas com o hospital começou quando a senhora Harumi Baba conheceu o trabalho desenvolvido pelo Lar e, sensibilizada pelo sofrimento das crianças acometidas pela doença fogo selvagem, decidiu "adotar" algumas delas. Ajudava com a montagem de cestas anuais de presentes com roupas e brinquedos que entregava nos fins de ano. Depois de algum tempo, ela já cuidava, sozinha, de 100 crianças.
Em 2009, um grupo de pessoas que já prestigiava Harumi pelo seu trabalho de doação às crianças carentes, decidiu fortalecer sua iniciativa. Surgia, assim, o grupo de voluntários Verdinhos do Bem. São mais de 40 voluntários, além de parceiros que contribuem com os eventos do grupo.

DONA CIDA E CHICO XAVIER RODEADOS PELAS CRIANÇAS ASSISTIDAS NO LAR DA CARIDADE
CURIOSIDADE HISTÓRICA 
Fonte: Mural do Fogo Selvagem no Facebook
Publicação original: Folha Espírita, São Paulo, setembro 1999
Entrevista: Ismael Gobi
Foto: João Eurípedes Araújo
A cidade de Uberaba, além de sua beleza e prosperidade, abriga, em seu seio, importantes personagens do movimento espírita brasileiro. Uma delas, que trabalhou ao lado de Chico Xavier, é Dona Aparecida Conceição Ferreira, que se projetou nacionalmente pela
Fundação do "Hospital do Fogo Selvagem", especializado no trata...mento dos portadores do "Pênfigo Foliáceo", uma doença cujos sintomas se assemelham a labaredas que percorrem o corpo e deixam na pele verdadeiras marcas de queimadura.
"Dona Cida" começou esse trabalho no ano de 1957, quando trabalhava como enfermeira no Isolamento da Santa Casa de Uberaba. Como o tratamento do Pênfigo era difícil e dispendioso, o hospital acabou por suprimi-lo. A abnegada servidora de Jesus não titubeou: levou os doentes para a sua própria casa.
Pedindo esmolas nas vias públicas e recorrendo aos meios de comunicação, sobretudo com a ajuda dos jornalistas Moacir Jorge e Saulo Gomes, este, através da extinta TV Tupi, e contando com o irrestrito apoio de Chico Xavier, Dona Cida ergueu o grande complexo hospitalar destinado ao tratamento da insidiosa enfermidade.
Depois, com a alteração dos estatutos surgiu o "Lar da Caridade", que chegou a abrigar mais de trezentos desamparados ao mesmo tempo.
Embora conhecesse Chico Xavier, e dele recebesse ajuda desde o início, tornou-se espírita somente em 1964. Foi o Chico quem a incentivou a fundar o Centro Espírita "Deus e Caridade", onde ele comparecia para transmitir passes e receber mensagens psicografadas, grande parte delas assinadas por Maria Dolores e Jesus Gonçalves.
Entrevista exclusiva
Em visita à abençoada seareira, agraciada com o título de Cidadã Uberabense por seus méritos, a "Folha Espírita" dela obteve longa entrevista, da qual destaca alguns lances de sua maravilhosa existência.

As origens: "De acordo com os assentamentos nasci em Igarapava, Estado de São Paulo, filha de Maria Abadia de Almeida, às 4 horas da manhã, no dia 19 de maio de 1917. Meus avós maternos foram Manoel Inocêncio Ferreira e Joaquina Angélica de Jesus. Pelos registros tenho a idade de 82 anos, mas acredito que tenha 86. Nunca vi meu pai e fui criada por avô e tio. Casei-me em Igarapava, no dia 14 de junho de 1934, com Clarimundo Emídio Martins. Lá fiquei até a idade de 36 anos, onde tive meus cinco filhos. De Igarapava fui para Nova Ponte, onde exerci o magistério na zona rural."

Em Uberaba: "De Nova Ponte, vim para Uberaba, onde fiz de tudo para manter minha família. Até limpeza de cisternas, porque quando cheguei na chácara onde fui morar não havia o que comer. Então, saía limpando cisternas. Eu descia no fundo dos poços, e eles puxavam o barro. Depois, me dediquei à horta. Os médicos da Beneficência Portuguesa vinham comprar as verduras e com isso não precisava sair vendendo."

Enfermeira: "O dono da chácara foi candidato a Prefeito e perdeu a eleição. Dizia ele que gostava do meu trabalho, mas não daqueles que vinham à minha casa. Verdade seja dita, eu não trabalhei na campanha dele. E eu lhe falava: "Quem vem na minha casa é melhor que eu", e procurei um jeito de sair de lá. Foi uma cabeçada, sofri bastante. Certo dia, o Dr. Jorge me convidou para trabalhar no hospital. Relutei muito, porque o quadro que eu presenciei no Isolamento era terrível: doentes com tuberculose, tétano, febre amarela... Mas acabei aceitando porque a oferta ia subindo, subindo... Afinal, me oferecerem três mil e trezentos, enquanto meu marido ganhava cento e oitenta."

Problemas: "Eu trabalhava no hospital havia dois anos e alguns meses. Venceu o mandato daquela diretoria, e entrou outra. A eleição foi dia 4, e dia 6 eles tomaram posse. Os novos diretores parece que tinham alguma rixa com nosso médico, que era irmão do Pedro Aleixo e partidário da UDN. A turma que ganhou era do PTB. Falaram para mim: "Olha, hoje não tem almoço para os doentes, pode mandar todos pra casa". "Como?" , eu disse, "eles não têm dinheiro, estão ruins." "Ordem dada, ordem executada", replicaram. Ou seja, não havia apelação, os doentes estavam na rua."

Em busca de socorro: "Eu procurava consolar os doentes dizendo-lhes: "Não chorem, não, nós vamos fazer uma passeata e o povo vai nos ajudar" . Fui a uma rádio pediram-me para "refrescar a cabeça", noutra, a mesma coisa, no jornal, igual. Eu não sabia que estava brigando com a nata da cidade: Prefeito, Escola de Medicina, Saúde Pública. Me mandaram pra casa e fui muito triste, nervosa, matutando como fazer. Eram doze doentes. Fomos para minha casa."

Momento de decisão: "Em casa, um de meus filhos me disse: "A senhora escolhe, ou nós ou os doentes". Não vacilei e respondi: "Hoje, fico com os doentes, porque eles têm Deus e eu por eles, vocês estão crescidos e vão se virar". Chamei todos eles para dentro, e entraram chorando. E aí os vizinhos me davam um caixote; o outro, um colchão; outro uma tábua; e eu agasalhei os doze. Fui fazer o almoço, eram três ou quatro horas da tarde. A gente estava só com o café da manhã. Enquanto fazia comida, gritava para minhas filhas esquentarem água para eles tomarem banho na lata de querosene e assim permanecemos ali por dois dias."

Asilo São Vicente de Paulo: "No fim de dois dias, chegaram os diretores da Escola de Medicina e da Saúde Pública para ver as condições, que eram precárias. E aí arrumaram o Asilo São Vicente de Paulo, para que ficássemos dez dias porque, no final de dez dias, como prometiam, iriam arrumar alguma coisa melhor. Foram dez anos, nunca mais vi eles. Foi o tempo que eu levei para construir isso aqui, com a graça de Deus e a ajuda do povo."

Preconceitos: "Havia muito preconceito para com os doentes. Eu saía para pedir esmolas com três deles. Muita gente nos via e descia da calçada. Eu falava: "Não saiam não, porque se vocês saírem, apanham". Se nós entrávamos nos ônibus, o pessoal descia. Fomos pedir em uma casa daqui, cuja dona se dizia espírita e os meninos tocaram no portão. Antes que subíssemos, ela mandou passar álcool no portão para desinfetar. A doença do pênfigo é triste, é horrorosa, o doente na primeira fase é um pedaço de carne podre. E o povo tinha medo, porque ninguém conhecia, nós vencemos. Para fazer esta casa aqui foi uma luta, tantos foram os abaixo-assinados para que não fosse feita..."

Oito dias no xadrez: "Aqui não tem um grão de areia dado pela Prefeitura, nem pelo Estado ou a União. Foi o povo quem me ajudou. O pessoal espírita daqui fazia a campanha "Auta de Souza" e traziam as coisas para mim. Mas não dava para manter a casa, porque no final de um mês eu tinha trinta e cinco doentes. Fui para São Paulo e ficava no Viaduto do Chá, em frente da Light. Punha um lençol, as meninas segurando, e eu com um sino dizia: "Me dêem uma esmola pelo amor de Deus, para os doentes do Fogo Selvagem de Uberaba". E aí o povo ia jogando níqueis. Na época, foram dois vereadores daqui passear em São Paulo: um advogado e um médico. Achando que eu estava desmoralizando Uberaba, fizeram Ofícios para o Chateaubriand (*) e para a Delegacia. Fiquei oito dias no xadrez, até que uma advogada, Doutora Izolda, me tirou. Quem mandou ela me tirar, não sei até hoje, pois ela já morreu."

No Palácio dos Campos Elíseos com Scheilla: "Um dia, eu e o Lauro (*) estávamos andando na Avenida Rio Branco, nos Campos Elíseos, e eu o convidei para entrar. Atônito, ele disse: "Você está doida, nós estamos sujos, fedendo a suor, entrar aí no palácio do governador?". Mostrei as fotos dos doentes ao policial da portaria, ele ficou muito revoltado e me mandou segui-lo. ... Passamos por saguões, escadas e tapetes vermelhos. Dona Leonor (*) estava conversando com um senhor. Em outra poltrona, estava sentado Don Evaristo e na terceira, nós. Ela acabou de conversar com os dois, e chegou nossa vez. Quando ela ia fazer menção de se sentar eu disse: "A Scheilla quebrou um vidro de perfume". Entre nós e a Dona Leonor ficou igual neblina e aquele perfume sufocando. Precisamos procurar ar. Quando melhorou, ela perguntou o que queríamos e lhe disse que pedia ajuda para o Hospital do Pênfigo. Ela disse: "Eu não posso ajudar, porque a senhora mora em Minas, e eu sou de São Paulo". Mas acabou me dando uma máquina de costura, duas peças de cretone e dez contos. Mas fiquei pensando: "O Chico não está aqui, como é que veio aquele perfume?"

O primeiro passe: "No mesmo dia em que estivemos com Dona Leonor, à noite, eu e o Lauro fomos a um Centro Espírita, uma casa velha, com muita gente. Logo que começou, o presidente da mesa falou: "A pessoa do fogo selvagem que estiver aí faça o favor de se dirigir à mesa". Não fui. Quando acabaram os trabalhos, todos foram saindo, menos aqueles da mesa. O presidente tornou a falar sobre a pessoa do "Fogo Selvagem". Eu me apresentei, e ele pediu-me desculpas porque não sabia quem eu era e falou que o "Mentor da Casa" tinha dito que era para eu dar um passe na Presidente do Centro, que já fazia três meses estava entrevada. Eu nunca tinha dado passe, mas agüentei firme. Subimos aquela escada de madeira em caracol e lá chegamos. Ela se chamava Mafalda, uma portuguesa. Estava sob um cortinado "chic", a turma rodeou a cama dela, e me puseram frente-a-frente. Eu iniciei a oração, senti algo estranho e pensei: "Nossa Senhora, agora vai sair bobagens aqui". Dei o passe e fomos embora. Dizem que em três dias ela andou. Aí, eu falei: "Preciso ser Espírita, porque a coisa está me apertando. A comida, ganhamos do povo espírita, agora a Scheilla me deu essa permissão, esse passe". Dona Mafalda me ajudou muito, fazia bingos, rifas, jantares, até quando morreu de câncer."

Chico Xavier: "Tantos e tantos foram os episódios interessantes que pude vivenciar com Chico Xavier. Certa vez, eu estava fazendo campanha em São Paulo, a situação estava difícil, e aquele dia não estava bom para pedir esmolas. Estava na Avenida Paulista, em frente da Televisão, amargurada, fazendo minha oração, triste, porque não estava rendendo nada. De repente, eu olho e vejo o Chico na outra calçada. Até que eu procurasse um lugar para passar e ir de encontro com o Chico, cadê o Chico? Que Chico, nada... Mas, daquela hora em diante, as coisas melhoraram para mim, desci a Brigadeiro e fui para o Anhangabaú, e ali a mina nasceu...
Meu primeiro encontro com o Chico foi quando eu tinha uma doente muito obsediada; na época, eu dizia que ela estava doida. Fazia quinze dias que ela não dormia e nem deixava ninguém dormir. O Chico tinha acabado de chegar aqui. Um acadêmico de Medicina, Aldroaldo, me convidou para levar a doente ao Chico. Eu disse: "Sou católica, não queria ser espírita, porque tinha comigo que para servir a Deus não precisava mudar de seita, em qualquer delas se pode servir". Então, o Aldroaldo apareceu com uma "chimbica" junto com outro estudante. A doente queria saltar pela janela, a colocamos no meio. Chegamos lá no Chico, o quarto era pequeno e estava repleto de gente. O Chico estava de pé, escrevendo. Mas eu não vi o Chico, eu vi o Castro Alves. Nem me lembrei que Castro Alves tinha morrido. Falei: "Que Chico, que nada, é Castro Alves, com cabelo à " la garçon", grisalho". Por fim, eu disse: "Vamos embora, vamos embora". Na volta, a doente veio moderada, entrou dentro do carro sozinha e dormiu a noite toda..."

O Espiritismo: "Eu detestava o Espiritismo. Só a partir de 1964 é que me aproximei do Espiritismo, quando estava fazendo a campanha de tijolos para esta casa. Como já disse, fiquei pensando, não é possível, o povo faz campanhas de mantimentos e os trazem para mim, o povo me agrada, me dão dinheiro, a Scheilla me aparece em São Paulo. Naquela noite, eu não dormi, matutando: "Eu vou lá na mulher, nunca tinha dado passe na vida, me mandam dar passe, só virando espírita". E o Espiritismo não é brincadeira, é coisa muito séria, não se pode brincar com o Espiritismo. Às vezes, você vai em um Centro pensando que vai levar e você volta carregada. Eu não brinco".

Uma mensagem aos Espíritas: "Aos que buscam desenvolver algum trabalho, a minha mensagem é de que tenham muito amor, muita sinceridade e que façam as coisas para si e não para os outros verem. Porque a maioria faz as coisas para os outros verem. E não importa o que os outros falam, porque todas as pessoas que vão fazer a caridade levam o título de "ladrona". Meu título era de ladrona. Alguém foi perguntar para o Chico, porque todos diziam que eu estava roubando. Porque quando eu comprava um terreno, diziam: "Comprou mais um terreno para o filho". Comprava outro, era a mesma coisa. Então, o Chico disse àqueles que foram lhe falar: "Me digam onde ela roubou, que eu vou ajudar ela a roubar". A partir daí, o povo foi parando de falar que eu roubava."
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